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domingo, 15 de junho de 2008

Uma visita especial

INTRODUÇÃO
Nossa faculdade desenvolve com os quintoanistas um trabalho voluntário voltado a entidades beneficentes. Na região, foi pioneira ao incrementar o incentivo aos alunos, nos moldes de outras escolas. Hoje, a prática da visitação tornou-se freqüente entre as demais instituições de ensino.
As visitas, esporádicas, não cumprem o papel substancial de manter as entidades, que continuam na dependência financeira de colaboradores – fixos ou aleatórios. E o pouco contato não supre o essencial que as crianças precisam: uma família.
No primeiro semestre nosso foco é um orfanato e no segundo, um asilo de idosos.

1ª PARTE: O CONTATO COM OS PEQUENOS.
No dia marcado para a visitação não pude comparecer, em virtude de compromisso inadiável, já assumido.
Iria, hoje, com a aluna encarregada de entregar o restante do material ao orfanato. Não a vi desde a quinta feira, e pela manhã não consegui contatá-la.
A Faculdade Metodista também incentiva os alunos a visitarem instituições beneficentes, e a irmã de nossa colega Renata, a Raquel, precisava visitar uma entidade do gênero.
Dessa forma, participei do grupo formado pela Raquel e eu, além da Renata e seu noivo, Márcio, que pela segunda vez visitaram o lugar.

Quando da entrevista, percebemos crianças à nossa volta, movidas pela curiosidade. Elas, alegres, iniciaram conosco o contato, e percebemos que eram filhos dos funcionários.
A uma delas tomei pela mão e pedi que me guiasse pelo lugar.
Após algum tempo, bastante breve, uma interna tomou o seu lugar, aproximando-se. Passou, então, a me ciceronear.
Os pequenos tiraram, eles mesmos, fotografias do lugar e de nossa equipe.
Minha guia apresentou-me a sala dos computadores, o dormitório, o coberto para brinquedos, os banheiros, o refeitório, a cozinha, a sala de estudos, o play ground.
Fomos à horta e ela me exibiu os canteiros, onde estariam plantadas hortaliças. Ensinei-lhe o nome de algumas plantas e flores, como limpar a horta e mudar a cor das flores das hortências, de azul para cor de rosa.
Minha guia tem nove anos, é alta e desenvolta. Está na instituição há apenas um ano e trouxe consigo um irmão mais novo.
Corremos no gramado e brincamos, as duas, na gangorra.
Antes de irmos embora, como temesse não nos ver mais, aplicou-me uma peça:
- Qual o seu nome inteiro?
- Maria da Glória Perez.
- Promete, como Maria da Glória Perez, que vai voltar?
Eu prometi.
Meu marido perguntou-me se, uma vez prometido, eu teria que voltar. Será que poderia falhar à promessa assumida com ela?
De toda forma, ele também está envolvido na nossa missão. Contatou clientes e amigos para que enviem contribuições à entidade. Também está disposto a visitá-la e, se permitido, levar nossa pequena amiga a passear. Já é um primeiro passo.

Pouco antes da partida, fomos ao berçário. Os pequeninos dormem no período do meio-dia às duas horas da tarde.
Deixamos a Raquel e o Márcio com nossos amigos e fomos, eu e a Renata, ao berçário, acompanhadas de uma funcionária. Estava escuro e as crianças dormiam.
A porta ficou aberta e demorou um pouco para que nossos olhos se acostumassem à meia-luz. O ressonar das crianças era a única coisa que ouvíamos.
Aos poucos, vários pequenos berços se descortinaram à nossa volta. Caminhando de um por um, percebemos crianças pequenas, indefesas.
Na metade do trajeto ao fundo do quarto, uma pequena menina, de cachos em duas marias-chiquinhas, estava de pé, linda, esperando. Eu parei, ela disse, baixinho: “Quero fazer xixi”.
Esperava, em pé, pacientemente, que alguém viesse até ela.
Eu a tomei nos braços e depois a entreguei à funcionária que nos acompanhava. Continuamos. A impressão que se tem é a de um santuário, repleto de pequenos anjos.
Anjos dos quais não sabemos o destino que a vida lhes reserva. Anjos que esperam, pacientemente.


2ª PARTE: A INSTITUIÇÃO

A área
Ao subirmos a alameda, nos deparamos com a placa dedicada à memória de Vitor Y. Darkoubi, pela doação da área pelo seu filho, Cristian Darkoubi, em 01/05/1995.
Antes da destinação social, era o lugar uma chácara, utilizada para o lazer da família Darkoubi.

William
A fundação da entidade data de 1995, portanto, é bastante recente. Por esse motivo, não houve, até agora, a experiência de crianças guardadas até a maioridade, porque a mais velha, mantida sob abrigo, tinha dez anos quando adotada.
William era o mais velho da primeira turma. Veio para a instituição com apenas um ano de idade e foi adotado no final do ano passado (2007), com dez anos. Retorna regularmente, com a família, para participarem todos dos eventos. Através do contato renovado, podem assegurar que o garoto está bem e feliz com sua nova família.
Foi a criança que mais tempo ficou na instituição.

Novo quadro
Hoje, a entidade abriga quatorze crianças menores de três anos e nove de três a nove anos (nove anos e dez meses), totalizando 23 crianças abrigadas.
Houve época em que atenderam até 42 crianças. Tinham, então, três berçários.
Essa informação vem ao encontro do divulgado no site: “Atualmente são mais de 40 crianças, sendo que 110 já foram adotadas. Por princípio, não são adotadas crianças maiores de 5 anos”.
Atualmente, o quadro é diferente, em especial porque as crianças guardadas na primeira leva não foram enviadas a outra instituição: o pequeno William foi mantido até a idade de dez anos.
Os últimos a chegarem ao novo lar foram cinco irmãos.
Todos são matriculados na UBS (posto de atendimento médico) e são mantidas na instituição sob guarda judicial.

O estudo
Se não adotados até a idade adulta, freqüentarão a escola até os dezoito anos.
As duas crianças de três anos receberam a doação de bolsa de estudos de uma escola particular, pelo período de dois anos, renováveis.
Os menores estudam em uma escola da Prefeitura, e são sempre acompanhadas por um funcionário da instituição, no trajeto.
Não há a autorização para que as crianças passem finais de semana com estranhos. Dessa forma, o contato das crianças com terceiros passa-se na escola ou através de visitas agendadas, ou apenas no primeiro domingo de cada mês, quando são estas liberadas, pelo período de duas horas.

As instalações
O espaço é bastante amplo e agradável. Arborizado, com vistas à represa, possui instalações apropriadas (berçário, cozinha, banheiros, dormitórios, refeitório e sala de estudo separados por idade).
Contam, ainda, acesso a computadores e o auxílio de voluntário para aulas de informática.
Já tiveram aulas de inglês, mas a professora deixou de freqüentar o lugar.
As crianças contam, também, com o apoio psicológico, uma vez que a maioria deixou a família em decorrência da perda do poder familiar de seus pais.
Dessa forma, na medida do possível e contando com o esforço do voluntariado, proporcionam aos menores não apenas a comida e o abrigo.
Participaram as crianças, também, de excursões. Já foram ao Hopi Hari, a Tatuí e à praia.
A divulgação da instituição faz-se basicamente pela internet.

Raízes:
Cristian mora em Alphavile. Aqui era apenas uma chácara onde sua família passava finais de semana. Seu contato com o lugar não foi cortado com a destinação social. No aniversário de sua filha, contratou um ônibus para levar todas as crianças para a festa.
Não têm os menores assistência religiosa. No entanto, a diretoria da entidade tem influência kardecista.

Mais uma história:
Sônia é assistente social e também trabalha na instituição, desde a fundação. Ainda quando estavam em construção, bateu às portas e perguntou: - O que vai ser aqui?
Desde essa época, presta trabalho voluntário, fazendo o abrigamento e o desabrigamento, e mantém o registro de todas as crianças. Acompanha suas histórias desde o começo.
Colabora com seu trabalho, também voluntário, a assistente social Irani.


3ª PARTE: DIVULGAÇÃO
As informações que abaixo seguem foram colhidas no site www.cantinhomeimei.com.br, onde a instituição divulga o seu trabalho.

Orfanato "Cantinho da Mei Mei"
“A Associação Beneficente "Cantinho da Mei Mei", nasceu de um sonho de atender crianças órfãs. Foi um sonho de mais de vinte anos, diariamente acalentado pela sua idealizadora, Regina Meire Sangiovani.
Nesta árdua batalha, onde não foram poucas dificuldades, os amigos começaram a abraçar essa causa, e dez anos atrás foi doado o terreno onde atualmente encontra-se o orfanato.
Era um terreno cheio de entulhos, com uma casa que necessitava de muitos reparos, o que só fazia encorajar seus idealizadores. Mais cinco anos se passaram e os três berçários, foram construídos, recebendo as primeiras crianças com uma imensa alegria. Os primeiros foram inclusive cuidados pessoalmente pela Dona Regina, que se deslocava de sua casa, deixando seus afazeres para cuidar dia e noite das crianças.
Atualmente são mais de 40 crianças, sendo que 110 já foram adotadas. Por princípio, não são adotadas crianças maiores de 5 anos, o que não quer dizer que essas crianças que não tiverem a felicidade de terem um lar, deixem de serem cuidadas. Na eventualidade de não haver adoção elas deverão ficar até os dezoito anos. Todas as crianças adotadas são encaminhadas através de orgãos legais competentes.
São devidamente acompanhados a posteriori e na eventualidade dos pais adotivos necessitarem de aconselhamento, procuramos dar toda a atenção possível. O orfanato possui mais de 30 pessoas trabalhando, recebendo salários, e refeições diariamente. Além dessas trinta pessoas possuímos inúmeros voluntários que se doam literalmente de corpo e alma a dar um pouco de carinho e atenção a essas crianças tão necessitadas.
As crianças consomem mais de 7.000 fraldas, 600 litros de leite, frutas, 200 kg de arroz, 100 kg de feijão, 70 kg de carne, 50 kg de carne branca, 40 kg de peixe, só para citar alguns dos gêneros alimentícios que são necessários para sustento dessas crianças.
Atualmente são cerca de 300 sócios mantenedores, sem a qual não seria possível a manutenção do orfanato. São pessoas que acreditaram no nosso trabalho, e colaboram mensalmente com quantias fixas, de acordo com a sua possibilidade. Qualquer ajuda, é sempre bem vinda. Venha a participar dessa ajuda, seja como sócio mantenedor, voluntário ou com doações eventuais.
‘AS CRIANÇAS AGRADECEM’
Apesar de contarmos com poucos recursos, fazemos nosso trabalho com extrema alegria e dedicação.
Se você quer nos ajudar ou quer esclarecer qualquer aspecto de nosso trabalho junto as crianças de nosso orfanato, você pode entrar em contato usando nosso o formulário abaixo ou se preferir, agende uma visita.
Abrimos para visitantes todo primeiro domingo de cada mês, das 14 às 16 horas.”

“Contato
Rua Prof. Oswaldo Coneglian nº. 1
Jardim Icaraí (Riacho Grande)
Cep 09830-000
São Bernardo do Campo / SP”
contato@cantinhomeimei.com.br


4ª PARTE: O IMPOSTO SOLIDÁRIO
Desconhecida da maioria da população existe a possibilidade de pessoas físicas e jurídicas colaborarem destinando parte do seu imposto de renda para fundos destinados à formação de crianças e adolescentes.
O Banco Real tem desenvolvido junto a seus empregados um trabalho de incentivo a esse tipo de doação.
As crianças não precisam apenas do pão, que é necessário e difícil de arrecadar. Mas na impossibilidade de uma ajuda mais efetiva, seja pelo trabalho voluntário ou através de doações, é possível ao menos destinar 6% do imposto devido para ajudar a fazer um mundo melhor. Ou, no caso das empresas, apenas 1%.

“Adote o Imposto Solidário e ajude crianças
A realidade de crianças e adolescentes brasileiros – especialmente aqueles em situação de risco – poderia ser muito diferente se um incentivo previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente fosse mais conhecido pela sociedade. Pela lei, pode ser doada aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente parte do Imposto de Renda devido por pessoas físicas ou jurídicas. Os fundos são administrados pelos Conselhos da Criança e do Adolescente, que são responsáveis pela formulação de políticas locais de atendimento da população infanto-juvenil.
O Estatuto da Criança e do Adolescente permite aos contribuintes destinar parte do imposto devido aos fundos da sua cidade. Os limites de destinação são de 6% do imposto devido (para pessoa física) e de 1% do imposto devido (para pessoa jurídica – lucro real). No caso de pessoa jurídica, não podem participar as empresas optantes pelo modelo simples, lucro presumido ou lucro arbitrado. A base legal para estas deduções está contida nas seguintes Leis: 8069/90, art.260; 8961/95, art.34; 9430/96, art.2; 9532/art.6 com redação MP 1636/97.
As pessoas físicas podem deduzir na Declaração de Ajuste Anual as doações feitas aos Fundos, sem prejudicar as outras deduções às quais o contribuinte tem direito, tais como despesas médicas, educação, dependentes, pensão alimentícia etc., desde que: 1) a declaração seja feita usando o formulário completo; 2) estejam munidas de documentos comprobatórios das doações (recibos) emitidos pelas entidades beneficiárias; 3) a dedução do valor, pleiteada na declaração a título de doações aos Fundos, somada às contribuições efetivamente realizadas em favor de projetos culturais e de atividades audiovisuais, não reduza o imposto devido em mais de 6%; 4) as destinações tenham sido feitas no ano-base da declaração e deduzidas na Declaração de Ajuste Anual que ocorre a partir de março do ano seguinte.
Ao realizar essa doação, o contribuinte está proporcionando a melhoria do trabalho dos Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente. “As atividades dos conselhos são fundamentais. Por isso, eles precisam estar bem equipados e a sociedade e os governos têm que proporcionar condições para que essa instância possa agir de maneira ampla”, disse Daniela Rocha, coordenadora de projetos da Agência de Notícias dos Direitos da Criança (Andi).
“A participação da sociedade é um avanço importante permitido pela doação do imposto aos Fundos Municipais. É fundamental para a melhoria do atual quadro da infância e juventude brasileira”, completou o psicólogo social Fábio Ribas. Ele presta consultoria para o Projeto Amigo Real, que incentiva funcionários e clientes do Banco Real a doarem parte do imposto devido.
Visite o Conselho da Criança e do Adolescente da sua cidade e conheça a realidade infanto-juvenil para poder ajudar voluntariamente na hora de acertar as contas com a Receita Federal. Você estará fazendo um bem para o futuro do país.”
fonte: http://www.portaldovoluntario.org.br

“Empresas que protegem crianças
O apoio à infância é uma das principais metas de muitas empresas que desenvolvem projetos na área social. Entre os programas, destacam-se aqueles que tentam retirar de situação de risco crianças e adolescentes, como os de erradicação do trabalho infantil e o de promoção da educação básica.
Uma atividade que coloca em prática muitos dos 267 atos do Estatuto da Criança e do Adolescente é o Instituto Escola Brasil, um projeto dos funcionários do Banco Real/ABN AMRO. “Temos o objetivo maior de permitir que crianças da rede pública de ensino tenham oportunidade de sonhar. E que possam no futuro lutar por esses sonhos, desenvolver um potencial”, disse o coordenador de voluntariado do instituto, Edney Martins.
O objetivo do Instituto Escola Brasil, que nasceu em 1998, é diminuir a evasão e aumentar o interesse pela escola por meio do apoio às atividades esportivas e recreativas. Para colocar o projeto em ação, funcionários das agências do Banco Real escolhem uma escola pública e planejam com a diretoria da escola as necessidades de infra-estrutura para a prática de esportes. Em seguida, os voluntários começam a trabalhar em grupo para captar recursos com o intuito de concretizar o projeto.
“No início, contribuíamos basicamente com apoio material, de infra-estrutura. Contudo, constatamos que nossas atividades também são importantes para desenvolver uma consciência de gestão participativa, já que o aluno é personagem ativo e protagonista nas decisões”, comentou o coordenador.
Um dos desafios agora do projeto é criar ferramentas que possibilitem quantificar os impactos das ações do Instituto Escola Brasil. “Sabemos quantas quadras construímos ou reformamos. Mas é difícil descobrir qual impacto tivemos e teremos na vida de tantas crianças e adolescentes”, completou Martins.
Fim do trabalho infantil
Outra iniciativa importante no apoio à infância e à adolescência é desenvolvida pela Fundação BankBoston. Trata-se dos projetos de erradicação do trabalho infantil na cidade de Russas
(CE) e em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). “Contribuímos
bastante para a erradicação do trabalho infantil”, contou Pedro Sérgio Medeiros de Almeida, coordenador do Projeto Russas.
As atividades começaram na localidade cearense em 1998. Por meio de uma parceria entre Fundação BankBoston, Governo do Ceará, Unicef e Prefeitura de Russas, cerca de 600 funcionários do BankBoston doaram recursos ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, tornando possível o fim do trabalho infantil em olarias. Com isso, essas crianças puderam voltar às salas de aula.
“Por meio do Projeto Russas, tive a certeza de exercer plenamente minha cidadania. E como voluntário explorei minha capacidade de participar, contribuir e influir no destino dessas crianças, acreditando que o lugar delas é na escola”, completou um orgulhoso Pedro Sérgio. Como o que é bom tem que ser reproduzido, a iniciativa está sendo aplicada também no município de Ribeirão das Neves. Atualmente, seis núcleos do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) beneficiam 430 crianças e adolescentes, que abandonaram o trabalho pesado em lixões.
Pelo modelo utilizado pelo BankBoston tanto no Ceará como em Minas Gerais, os recursos são repassados aos conselhos municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente por meio de aportes aos Fundos da Infância e Adolescência. Os depósitos são feitos tanto pela empresa quanto por cerca de 650 funcionários de todo o Brasil que, sensibilizados pelo programa de voluntariado, doam mensalmente aos fundos. Os contribuintes podem deduzir do imposto devido, na declaração do Imposto de Renda, o total das doações feitas, sendo 1% para pessoas jurídicas e até 6%, para pessoas físicas.”
Fonte: www.portaldovoluntario.org.br

5ª PARTE: MEIMEI
Não sou religiosa. Mas o nome Mei Mei é bastante divulgado entre os kardecistas e é o nome pelo qual o orfanato é conhecido.
Portanto, a título de curiosidade, transmito abaixo as informações colhidas no site www.nossosaopaulo.com.br/Espiritismo/B_Meimei.

MEIMEI (Irma de Castro Rocha)
(*22/10/1922 - +01/10/1946)
RESUMO BIOGRÁFICO:
Homenageada por tantas casas espíritas, que adotam o seu nome; autora de vários livros psicografados por Chico Xavier, entre eles: "Pai Nosso", "Amizade", "Palavras do Coração", "Cartilha do bem", "Evangelho em Casa", "Deus Aguarda", "Mãe" etc... e, no entanto, tão pouco conhecida pelos testemunhos que teve de dar quando em vida, Irma de Castro - seu nome de batismo - foi um exemplo de resignação ante a dor, que lhe ceifou todos os prazeres que a vida poderia permitir a uma jovem cheia de sonhos e de esperanças. Meimei nasceu em 22 de outubro de 1922, na cidade de Mateus Leme - MG e transferiu residência para Belo Horizonte em 1934, onde conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 anos de idade, tornando-se então, Irma de Castro Rocha. O casamento durou apenas dois anos, pois veio a falecer com 24 anos de idade, no dia 01 de Outubro de 1946, na cidade de Belo Horizonte-MG, por complicações generalizadas devidas a uma nefrite crônica.
A Origem da Doença
Durante toda a infância Meimei teve problemas em suas amígdalas. Tinha sua região glútea toda marcada por injeções. Logo após o casamento, voltou a apresentar o quadro, tendo que se submeter a uma cirurgia para extração dessas glândulas. Infelizmente, após a operação, um pequeno pedaço permaneceu em seu corpo, dando origem a todo o drama que viria a ter que enfrentar, pois o quadro complicou-se com perturbações renais que culminaram com hipertensão arterial e craniana.
O Sofrimento
Devido à hipertensão, passou a apresentar complicações oculares, perdendo progressivamente a visão e tendo que ficar dia e noite em um quarto escuro, sendo que nos dois últimos dias de vida já estava completamente cega. Durante os últimos dias de vida, o sofrimento aumentou. Tinha de fazer exames de urina, sangue e punções na medula, semanalmente. Segundo Arnaldo Rocha, seu marido, Meimei viveu esse período com muita resignação, humildade e paciência.
O Desencarne
Os momentos finais foram muito dolorosos. Seus pulmões não resistiram, apresentando um processo de edema agudo, fazendo com que ela emitisse sangue pela boca. Seus últimos trinta minutos de vida foram de desespero e aflição. Mas, no final deste quadro, com o encerramento da vida física, seu corpo voltou a apresentar a expressão de calma que sempre a caracterizou. Meimei foi enterrada no cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte.
Surge Chico Xavier
Aproximadamente cinqüenta dias após a desencarnação da esposa, Arnaldo Rocha, profundamente abatido, acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, descia a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quando avistou o médium Chico Xavier. Arnaldo não era espírita e nunca privara da companhia do médium até aquele momento. Quase dez anos atrás haviam-no apresentado a ele, muito rapidamente. Ele devia ter pouco mais de doze anos. O que aconteceu ali, naquele momento, mudou completamente sua vida. E é ele mesmo quem narra o ocorrido: "Chico olhou-me e disse: "Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei"... Afagando-me, com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo: "Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira." E, dessa forma, após olhar a foto que Arnaldo lhe apresentara, Chico lhe disse: - Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar!"
E, naquela noite, em uma reunião realizada em casa de amigos espíritas de Belo Horizonte, Meimei deixou sua primeira mensagem psicografada. E, com o passar dos anos, Chico foi revelando aos amigos mais chegados que Meimei era a mesma Blandina, citada por André Luiz na obra "Entre a Terra e o Céu" (capítulos 9 e 10), que morava na cidade espiritual "Nosso Lar"; disse, também, que ela é a mesma Blandina, filha de Taciano e Helena, que Emmanuel descreve no romance "Ave Cristo", e que viveu no terceiro século depois de Jesus.
Enfim, para concluir, resta apenas dizer que "Meimei" era um apelido carinhoso que o casal Arnando-Irma passou a usar, após a leitura de um conto chamado "Um Momento em Pequim", de autor americano. Ambos passaram a se tratar dessa forma: "Meu Meimei". E, segundo Arnaldo, Chico não poderia saber disso.
(Meimei - expressão chinesa que significa "amor puro")
Materialização de Meimei
"Uma noite, sentimos um delicioso perfume. Intimamente, achei que era o mesmo que Meimei costumava usar. Surpreendi-me quando percebi que o corredor ia se iluminando aos poucos, como se alguém caminhasse por ele portando uma lanterna. Subitamente, a luminosidade extinguiu-se. Momentos depois, a sala iluminou-se novamente. No centro dela, havia como que uma estátua luminescente. Um véu cobria-lhe o rosto. Ergueu ambos os braços e, elegantemente, etereamente, o retirou, passando as mãos pela cabeça, fazendo cair uma cascata de lindos cabelos pretos, até a cintura. Era Meimei. Olhou-me, cumprimentou-me e dirigiu-se até onde eu estava sentado. Sua roupagem era de um tecido leve e transparente. Estava linda e donairosa! Levantei-me para abraçá-la e senti o bater de seu coração espiritual. Beijamo-nos fraternalmente e ela acariciou o meu rosto e brincou com minhas orelhas, como não podia deixar de ser. Ao elogiar sua beleza, a fragrância que emanava, a elegância dos trajes, em sua tênue feminilidade, disse-me: - "Ora, meu Meimei, aqui também nos preocupamos com a apresentação pessoal! A ajuda aos nossos semelhantes, o trabalho fraterno fazem-nos mais belos e, afinal de contas, eu sou uma mulher! Preparei-me para você, seu moço! Não iria gostar de uma Meimei feia!"

NOTA DE CORAGEM
Não te afastes da paciência quando as dificuldades se agravem.
Ainda que provações inesperadas te espanquem o coração, conserva a serenidade e segue adiante, agindo e servindo.
Pensa nos que perderam a fé e tropeçaram na violência; medita nos que tombaram em desespero e resvalaram na loucura.
O verbo que te vergasta pode ser a enfermidade em forma de insulto e a mão que te golpeia estará provavelmente sob o impulso das trevas.
[Pelo Espírito MEIMEI]
[Francisco Cândido Xavier]
http://www.ruadasflores.com/emmanuel/meimei/
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Praia, sol, mar... rios, aves, plantas, flores, frutos... a natureza em todas as potencialidades. O belo, próximo. A segunda cidade mais antiga do Brasil, a Amazônia Paulista, minha paixão.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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